29 março 2010

Os três primeiros minutos do Universo, por Marta Rodrigues

Neste segundo período li, para a disciplina de Física e Química, o livro Os três primeiros minutos do universo de Steven Weinberg.
Com este livro o escritor procura, de uma forma simplificada, transmitir descobertas recentes no campo da Astronomia sobre o que terão sido os primeiros três minutos do Universo após a explosão primordial: "O big bang". Tem ainda diversificados temas como, por exemplo, a formação do sistema solar e mesmo do planeta Terra, o futuro em perspectiva, etc.
Um livro que recomendo pois altera o modo como encaramos o mundo e a vida.
É muito útil no que toca a ilustrações e apresenta informação detalhada e com um bom nível de simplicidade sobre uma das mais importantes descobertas da ciência actual, ideal para qualquer um consultar.
Como foi um dos primeiros livros que tive a oportunidade de ler sobre o assunto, na altura, pareceu-me algo "pesado" talvez pelo capítulo matemática que se encontra no final, não acessível a qualquer um, mas fico com uma boa impressão do livro pois consegui reter conceitos e bases novas.
Marta Rodrigues
nº 22, 11º D

Viagem ao Centro da Terra, por Patrícia Oliveira

Esta obra de Júlio Verne Viagem ao Centro da Terra é uma história de aventura e mistérios.
Tudo começa quando, na sua tranquila casa em Hamburgo, na Alemanha, o professor Lidenbrock, que é um cientista, encontra no interior de um livro um indecifrável manuscrito. Com a ajuda do seu sobrinho, Axel, vai decifrar o enigma. Trata-se de uma revelação bombástica do cientista islandês Arne Saknussenn que dá conta de um suposto caminho que os levaria ao centro da terra. Lidenbrock e Axel acabam por descobrir que na montanha Sneffels há uma cratera chamada Scartaris e que através dela era possível chegar ao centro da terra. Após algumas especulações, a respeito dos prós e dos contras, finalmente decidiram iniciar a viagem extraordinária com a ajuda de um guia chamado Hans que é quem os vai ajudar a acompanhar no desenrolar desta aventura.
Esta aventura vai decorrer de forma contagiante, variando entre momentos de alegria com aflições por parte dos protagonistas.
Dificuldades como a falta de água potável são superados e a viagem segue, cada vez mais, a uma maior profundidade. A história é interrompida por um acidente de percurso que, miraculosamente, os leva de volta para a face da terra, por meio do vulcão Etna, na Sicília. Por fim o professor torna-se célebre e o seu sobrinho também adquire prestígio mas, principalmente, volta para a sua amada Graubem.
Esta é, sem dúvida, uma aventura que vale a pena ser lida. A história não é apenas uma forma de adquirir conhecimento mas sim que é uma história que te leva a acreditar que aquela história poderia ser real, mesmo sabendo que, cientificamente, é uma história impossível.
Patrícia Azevedo Oliveira

figura in http://www.nantes.fr/julesverne/dossiers/HerosVernien.pdf

nº 24, 11º D

28 março 2010

Os Buracos Negros e o tio Alberto, por Bárbara Gonçalves

“ Os Buracos Negros e o tio Alberto” Russel Stannard

Comentário:

O tio Alberto tinha uma sobrinha que gostava imenso de novas descobertas, principalmente quando ela própria ia em busca de respostas na bolha de pensamento do seu tio.

Com a ajuda do simpático computador falante descobriu como é o Universo, por que razão o espaço é curvo e irregular, que transformações sofrem o tempo e a luz à medida que aumentamos a velocidade, o fascinante universo dos escaravelhos míopes e o seu irascível professor, faz uma visita à Lua, por onde passa imensas dificuldade para regressar a casa, visita as estrelas e as galáxias na poderosa nave de Gelanken.

Neste livro temos a teoria da relatividade generalizada numa história muito atractiva, que prende a atenção de todos, independentemente da idade.

Recomendo a leitura deste livro a quem não gosta de Física pois talvez lhe desperte um pouco de curiosidade relativamente a este assunto. O livro apresenta uma fácil interpretação, assim como também uma boa compreensão.

Aprendemos Física de uma forma mais divertida e descontraída.

Bárbara Gonçalves n.º3 11º G

Data: 24/02/2010

Química explosiva, por Cristina Oliveira

Química Explosiva

Este período, na disciplina de Física e Química, decidi ler o livro “Química Explosiva” de Nick Arnold. Trata-se de um livro da colecção Ciência Horrível, a qual eu já conhecia.

Este livro, basicamente, não retrata matéria diferente da que estudamos na disciplina, porém, e é aí que o livro prima, esta matéria é apresentada de forma caricata e engraçada, o que não acontece nos manuais escolares.

Vou relatar, resumidamente, o livro por capítulos, pois penso que será mais fácil a sua compreensão.

No primeiro capítulo, principalmente, é-nos dito o que é, “afinal”, a Química. Trata-se de uma definição bastante simples, pois a Química pode ser resumida a uma simples interjeição: “UGH!”.

No segundo capítulo, intitulado “Químicos caóticos”, Nick Arnold fala-nos da forma de ser dos químicos e como estes e os seus meios de trabalho são confusos e terríveis. Dá-nos alguns exemplos de trabalhos realizados por químicos, e de curiosidades sobre eles, que eu achei deveras interessantes.

No terceiro e quarto capítulo são-nos dados exemplos de aplicações da química, desde aplicações na nossa cozinha aos restantes produtos que utilizamos para tarefas tão simples, como limpar o chão da nossa casa-de-banho.

No quinto capítulo gostei particularmente dos comentários de “químicos caóticos”, frases que se tornaram célebres e que eu nem imaginava terem saído da boca de famosos químicos.

O capítulo seis apresenta um título muito engraçado, “Átomos medonhos”. Então os átomos, partículas microscópicas, são terrivelmente medonhos? Parece que sim.

Do capítulo sete ao capítulo doze são abordados vários temas, como os elementos químicos e suas características, variações químicas (onde é mencionado o nome e biográfica de Fritz Haber, que falamos na aula), gases, metais, etc.

Achei bastante engraçado e interessante, no capítulo treze, a história bizarra de dois diamantes, um deles pertencente à rainha Maria Antonieta, hoje num museu, por parecer trazer a desgraça a quantos a possuíram, e outro, pertencente ao rei inglês Eduardo VII, que matou de angústia quem o lapidou.

Já no último capítulo destaco as histórias verídicas de desastres ocorrentes quando a química e os seus materiais não são tratados com o devido cuidado, provocando desastres que podem ser catastróficos.

Quando à apreciação do livro tenho a dizer que gostei muito, pois aqui a química é tratada de forma leve e engraçada, e a existência de hilariantes caricaturas tornam a sua leitura aliciante.

Cristina Oliveira, 11ºD

23 março 2010

Microfilme - A poção mágica

Já temos realizadores, produtores e neste caso actores também! O primeiro microfilme referente à Tarefa de Janeiro está aqui para veres.

Não te esqueças que desta vez também podes votar. Se for o teu vídeo preferido deixa um comentário com o teu n.º, turma e ano de escolaridade. Os criadores da Poção Mágica agradecem.


22 março 2010

Workshop de Windows Movie Maker

No dia 26 de Março , Dia da Cultura, e porque há dispensa das actividades lectivas, vai realizar-se um Curso de Windows Movie Maker destinado a toda a comunidade educativa.

Adquire, aperfeiçoa ou troca conhecimentos sobre esta ferramenta de produção e edição de vídeos. Não é preciso inscrição. Basta apareceres na sala A15 pelas 10:15.
Depois é só dar largas à imaginação e aproveitares as férias da Páscoa para criares os teus microfilmes.
São muitos os concursos a decorrer:
Contamos contigo e se precisares de ajuda é só dizeres aqui nos comentários.

O micróbio da calvície

O Pedro Brandão virou-se para os anúncios dos jornais nacionais e, muito naturalmente também, encontrou publicidade enganosa, como a Loção Dequeant, "Unico producto scientifico apresentado na Academia de Medicina de Paris contra o microbio da Calvicie e todas as affecções do couro cabelludo."
Lembrei-me logo do Ph neutro, que não tinha nada a ver, mas causava efeito. E ainda hoje me admiro com as batas brancas dos "dentistas" e "oftalmologistas" (mais certo será serem figurantes) dos reclames. Nada muda.

Bisbilhotice com barbas

A Margarida veio hoje para a escola com uma mão-cheia de jornais de 1910. Foi uma animação na Biblioteca: eu, naturalmente, virei-me para o Le Matin de 11 de Outubro de 1910, onde os franceses se dedicavam a comentar a fuga de D. Manuel II. Não resisto à bisbilhotice, mas, dado que ela é histórica, talvez me perdoem (diz o Pedro que é pesquisa).

Pois afirma o autor dramático Henry Bernstein que as motivações de D. Manuel II consistem em poupar o seu povo à guerra civil e conservar um admirador de Mlle Gaby Deslys, o que, aliás, o delator considera "comovente".

O que a imprensa francesa mudou de 1910 até ao "reinado" de François Mitterrand, cuja privacidade foi ferozmente defendida pelos jornalistas...

10 março 2010

Tarefa de Março

Para o livro do mês de Março A Vida de Pi, de Yann Martel, propomos-te a seguinte tarefa:

Neste blogue estão disponíveis vários filmes retirados do Youtube, alguns produzidos por alunos, sobre o livro A Vida de Pi (aqui). Selecciona aquele que mais te agrada e redige uma crítica num pequeno texto que não ultrapasse 150 palavras.


Pontuação: os trabalhos serão pontuados numa escala de 1 a 100, de acordo com os seguintes critérios:

- Capacidade de formular uma opinião apoiada em evidências do registo fílmico e do livro de Yann Martel (60 pontos);

- Adequação ao modelo proposto e correcção linguística (40 pontos).


08 março 2010

Inventos e as suas ideias brilhantes, por Ana Luísa Pereira

Bem... acima de tudo sinceramente e é por isso mesmo que vou falar do livro "Inventos e as suas ideias brilhantes", dizendo apenas a verdade e nada mais.

Confesso que quando olhei para a capa do livro, até fiquei de certo modo a pensar: "Ei, este livro parece ser espectacular !!!", foi por isso que quando o professor perguntou se alguém o queria ler eu me candidatei logo, mas como se costuma dizer “Saiu-me o tiro pela culatra”. Digo isto, porque o livro não foi nada do que eu estava à espera.

É obvio que alarguei os meus conhecimentos, quanto a diversos inventores que nunca me tinham passado pela ideia.

Eu gosto do tipo de livros que no seu interior têm historias apaixonantes, que em certas altura nos fazem rir, noutras chorar, em certas fases fazem-nos lembrar momentos que passamos, noutros momentos que gostaríamos de passar e nos deixam naquela expectativa “O que vai acontecer a seguir?” e é esta questão que me faz continuar a ler um livro, também existem aqueles livros que me marcam. O professor sabe o que estou a dizer? (imagino que sim).

Este livro não me “tocou”, tenho a noção que não é fácil proporcionar uma leitura com tais sentimentos e ao mesmo tempo falar do Universo, invenções ou coisas do género.

Calculo que o professor esteja a pensar que tem uma aluna muito lamechas , mas nada disso! Apenas gosto de coisas que tenham a ver comigo, talvez por isso existam imensos autores, com diferentes teorias e cada pessoa escolhe aquele que mais tem a ver consigo.

Mas nem tudo é mau, o que nos faz ter uma vida mais diversificada é o facto de experimentarmos novas coisas, nem que seja para chegar á conclusão que não gostamos e dar-mos mais valor que gostamos.

Este comentário é completamente o oposto do anterior (“A chave secreta para o Universo”), duas experiências completamente diferentes, apesar do 2º ter contribuído, um pouco mais que o anterior, para a minha cultura geral.


Ana Luísa Pereira, 11º D

As origens do nosso universo, por Liliana Fernandes

As Origens Do Nosso Universo, de Malcolm S. Longair

Li este livro a propósito da disciplina de Física e Química, uma vez que os livros mais científicos, aqueles que envolvem muitas fórmulas, utilizadas para explicar algo que é dito, não me estimulam minimamente.
Este livro é sobre a natureza, a origem do Universo, a origem de tudo… Tenta explicar a evolução ao longo destes milhões de anos, as transformações, desde o Big Bang.
É um livro bastante ilustrado e com uma linguagem acessível, o que também faz do texto deste, um texto de fácil compreensão.
Malcolm incide mais na parte da astronomia (mais especificamente da cosmologia, um ramo da astronomia), fala da formação das estrelas, do seu ciclo de vida, dos astros e de outros corpos que se encontram no espaço, no Universo. Tenta encontrar respostas para perguntas que nós, pessoas comuns, fazemos, por vezes, a nós próprios, acerca da origem do Universo e de como este irá acabar. Obriga-nos, também, de certa forma, a termos uma posição autocrítica em relação a este assunto.
É na descoberta do passado que é possível prever o futuro, ou pelo menos colocar várias opções sobre o que se segue ao presente.

Liliana Fernandes, 11º D

Alice através do espelho

Tenho andado um pouco distraída e muito constipada, e essas são as duas únicas explicações para ainda não vos ter falado de um dos meus livros preferidos de sempre (o que significa que o leio pelo menos de dois em dois anos desde que, na adolescência, mo ofereceram). Um livro de que nunca me canso de falar, que não me canso de oferecer (comprei-o para sucessivas gerações de filhos de amigos), que povoa o meu imaginário. Falo-lhes de Alice através do espelho, a obra do (também matemático) Lewis Carroll.
Como é óbvio, lembrei-me agora (eu e mais biliões de pessoas) de Alice porque Tim Burton a adaptou ao cinema. Para ser mais precisa, Burton operou uma amálgama de duas obras de Carroll, Alice através do espelho (o meu favorito) e Alice no país das maravilhas - e transformou a protagonista numa jovem de dezanove anos.
Fico muito satisfeita por um dos meus realizadores de culto adaptar esta obra, que tem sido sujeita a muitos desmandos. O mais prejudicial foi, sem dúvida, o da Disney, que "disneyzou", ("hamburguerizou", "cola-colou", "limousinou") - isto é, desvirtuou - o universo carrolliano, para sempre associado (pelo menos para mim) às ilustrações de John Tenniel.

Para verem a dimensão dos estragos, ontem estava com os meus sobrinhos a ver um bocadinho de uns desenhos animados da Kitty e a achar aquele enredo familiar. Pois bem, era uma adaptação da Alice no país das maravilhas. Mais uma, de entre muitas. Fraquinha...

O que é uma Lei Física?, por Ana Francisca Freitas

Alinhar ao centro
( Richard Feynman)
in http://3.bp.blogspot.com/_OIeHHjRt3gQ/Sy-CXnyDfMI/AAAAAAAACXA/umUXbO8sAEY/s400/feynman1.jpg

O que é uma Lei Física? - Richard Feynman - Capítulo I, II, III e IV.

Richard Feynman é, para além de cientista, um bom escritor.
Nos capítulos que li, que foram sobre a lei da gravitação, a matemática relacionada com a Física, os princípios da conservação e a visão quântica do mundo, deu para perceber que o autor faz uma distinção entre a física clássica e a física moderna, apontando os aspectos comuns.
No primeiro capítulo, além de explicar essa lei, faz-lhe uma introdução histórica que está muito interessante.
"Qual é a natureza do mundo que nos dão a conhecer" e "Qual é a natureza do saber que as ciências físicas elaboram?" são as duas questões a que Feynman tenta dar resposta.

Ana Francisca Freitas, 11º D

A Física em Banda Desenhada, por Ana Francisca Freitas



A Física em Banda Desenhada
É, na minha opinião, um livro de Física para os mais novos, não entanto não tem uma linguagem própria para eles.
Eu li, porque me foi recomendado e tornou-se útil para acompanhar as aulas de Física do 11ºAno, uma vez que a matéria está relacionada com o programa.
Retrata com ilustrações, por vezes cómicas, um pouco de toda a física desde as Leis de Newton, Forças, Velocidade até à Electricidade, e Einstein e a sua teoria da relatividade.
Apesar de gostar de banda desenhada, não gostei muito deste livro porque não acho que explique bem e se a ideia deles era cativar desde os mais pequenos até jovens como nós a gostarem de física, não acho que tenham sido muito bem sucedidos.

Ana Francisca Freitas, 11º D

Isaac Newton e a Sua Maçã, por José Marcos

Livro: Isaac Newton e a Sua Maçã

Autor: Kjartan Poskitt

Este livro conta-nos a história de um famoso génio da física, o grande Isaac Newton e tem uma frase que é muito importante no livro que é quando Isaac Newton apanha com a maçã na tola (gravidade). Mais propriamente este livro fala-nos da sua vida (da sua condição social, do seu modo de vida, etc), fala-nos também dos seus amigos, de todos os que o rodeavam, das suas experiências esquisitas como enfiar pauzinhos nos olhos de tal forma que quase ficava cego, isto só para ver os espectros, dos seus cálculos matemáticos que eram demais (difíceis e longos), das pessoas de quem não gostava (Isaac era uma pessoa bastante mázinha). É de facto um livro extremamente interessante porque tudo no Isaac era alvo de interesse, as voltas que a sua vida deu (é de realçar que quase teve a ser executado), é extraordinário porque ele apesar de tudo era uma pessoa que conseguiu atingir os seus objectivos, a sua inteligência era simplesmente fantástica.

Em suma, e para não me alargar mais, posso dizer que se não fosse feito um livro com a história de Isaac era um absurdo, pois nele reúne todas as condições para se criar um livro absolutamente empolgante, este livro é excelente, é de longe maçudo, as suas ilustrações em jeito de cartoons são muito engraçadas e trazem um lado mais relaxante do livro assim como a sua linguagem que é muito agradável para a minha idade. Um livro sem dúvida para ler, pois tenho a certeza que todas as pessoas vão gostar de lê-lo, está aprovadíssimo.

José Marcos 11º G

Curso dois-em-um

Hoje de manhã ouvi no noticiário da Antena 1 que a Universidade de Lisboa vai criar um novo curso que bem se podia chamar "Duas culturas", embora lhe tenham atribuído esse nome bem mais erudito de "Estudos Gerais". O coordenador é Miguel Tamen. Ora aí está um curso que se quadrava bem com os meus interesses à saída do 9º ano, com as minhas dúvidas e perplexidades enquanto frequentava o secundário, com os meus questionamentos no decurso da Universidade e mesmo com as minhas interrogações já depois de me formar.

Tanto eu como a minha amiga Elisa nos perguntámos «Será que devíamos ter optado por uma variante de Ciências...?» Este curso vem ajudar os estudantes (e não serão poucos, pelo que me tem sido dado observar nestes últimos anos, em que tenho alunos com apetência pelas Humanidades a frequentar cursos de dominante Científica - o contrário já é mais raro) nos seus dilemas existenciais.

Em tempos de Bolonha, em tempos em que a formação multidisciplinar é uma vantagem e não um inconveniente (pelo menos a certos níveis, visto que a partir de determinado estádio a especialização é imprescindível), este curso faz sentido. Muito sentido.

01 março 2010

"A vida de Pi", na Net

Já considerado um clássico, este romance de Yann Martel foi galardoado com o Booker Prize de 2002. A família de Piscine Molitor Patel, Pi, um rapaz indiano de dezasseis anos, administra um Zoo na cidade de Pondicherry quando, na década de 70, a instabilidade política que se vive no país os leva a decidir partir para o Canadá. Viajam no mesmo barco que leva, para os Estados Unidos, os animais do Zoo, porém o barco afunda-se logo nos primeiros dias de viagem. Dispondo apenas de um salva-vidas salvam-se Pi e mais quatro mamíferos: uma hiena, um tigre de Bengala, uma zebra e um orangotango. Depois da hiena matar a zebra e o orangotango é a vez do tigre acabar com ela. Quando só restam Pi e o felino, a única hipótese de Pi escapar é conseguir que o tigre perceba que precisa dele para se manter vivo. Só Pi consegue arranjar água doce recolhendo a água da chuva e pescar para matar a fome. Mas depois do tigre perceber que precisa de Pi vivo é a vez deste se dar conta, ao longo dos 227 dias que passam à deriva, de que também ele precisa do tigre vivo pois essa é a única forma de não desistir de lutar pela sobrevivência.

in http://www.netsaber.com.br/resumos/ver_resumo_c_41407.html

Livro do mês - A vida de Pi

Sinopse:
Depois do naufrágio de um navio de carga, um único bote salva-vidas permanece a flutuar à superfície do agreste Oceano Pacífico. A tripulação do barco consiste numa hiena, um norangotango, uma zebra com a perna partida, um tigre de bengala e Pi Patel, um rapaz indiano de 16 anos de idade.
O palco está preparado para um dos mais extraordinários fragmentos de ficção literária dos últimos tempos, vencedor do prémio Booker 2002.

Yann Martel, com este livro, também recebeu o prémio Hugh Maclennan na categoria de ficção e foi finalista do Governor General's Award e do Commonwealthly Writers Prize.