07 junho 2010

Física nuclear, por Liliana Fernandes

Título do livro - Física nuclear
Autor - Theo Mayer-Kuckuk

Li o livro Física nuclear do escritor Theo Mayer-Kuchuk que foi traduzido para português por Carlos Fiolhais e Rui Ferreira Marques. Editado pela Fundação Calouste Gulbenkian foi publicado pela primeira vez em Portugal no ano de 1999.
Este livro é muito ilustrado: tem muitas imagens, gráficos e esquemas. Apesar do texto, que também tem, possui muitas fórmulas, fórmulas que nem percebo, com uma simbologia que nunca tinha visto antes. Pouco do que está escrito neste livro foi falado/ensinado na escola. Isto dificultou a minha leitura pois tornou-se muito aborrecido e exigiu bastante esforço da minha parte. Demorei mais tempo do que esperava a ler esta obra e, afinal de contas, não me foi muito útil.
Em contrapartida acho que o livro é bom, e penso que está bem explicado... para quem fizer alguma ideia do que está lá escrito. Tem muitas representações que, muito provavelmente, ajudam mas a mim não ajudaram lá muito.
Este livro é bem mais avançado do que o meu "nível", do que o meu ano de escolaridade. A escolha do livro foi, no meu caso, má. Talvez devesse ter trocado de livro mas não troquei, continuei a ler este. Não sabia era que a tarefa me ia ser tão dificultada.
Mais tarde, quando fui ver os dados do livro - autor, ano, tradução, etc. - à internet vi que este livro faz parte de uma colecção de manuais universitários. Obviamente, para o próximo período, tentarei escolher um livro mais apropriado a mim e aos meus conhecimentos.

Liliana Fernandes
nº 19, 11º D
8 / 12 / 2009

Física Divertida, por Maria Luísa Carvalho de Sá Machado

O livro "Física Divertida" trata-se de um livro educativo que tenta transmitir aos leitores uma boa impressão da Física, isto é, tenta cativar os leitores explicando a Física de uma forma mais divertida.
Eu optei pela leitura deste livro pois o professor José Carlos sugeriu e disse que era um excelente livro.
Na verdade, e na minha opinião, eu não fiquei assim muito satisfeita, não por o livro não ser bom, mas talvez por não ser o tipo de livros que mais me cativam.
Contudo, achei "engraçado" o facto de o autor se apoiar em acontecimentos e factos verídicas, isto é, nas experiências de vários físicos. Uma dessas experiências é a de Newton e também a de "Eureka".
Em suma, penso que a leitura deste livro contribuiu, de um certo modo, para o enriquecimento da minha parte e espero que continue a ser assim, ou ainda melhor.
Maria Luísa Carvalho de Sá Machado
nº 15, 11º G

Matemática amorosa




DOIS E DOIS: QUATRO



Como dois e dois são quatro

sei que a vida vale a pena

embora o pão seja caro

e a liberdade pequena






Como teus olhos são claros

e a tua pele, morena




como é azul o oceano

e a lagoa, serena






como um tempo de alegria

por trás do terror me acena




e a noite carrega o dia

no seu colo de açucena




— sei que dois e dois são quatro

sei que a vida vale a pena




mesmo que o pão seja caro

e a liberdade, pequena.




Um poema de Ferreira Gullar, o poeta brasileiro que ganhou o prémio Camões 2010

01 junho 2010

Um Pouco de Ciência Para Todos , por Ezequiel Martins



Um Pouco de Ciência Para Todos
de Claude Allègre
Neste livro o autor tenta cativar as pessoas de uma forma clara para estas entenderem as grandes descobertas da ciência, incluindo tudo, desde as mais simples as mais complexas.
Este livro, não se trata de uma obra técnica, nem de um manual de ensino. É, ao invés, um livro de cultura geral que se pretende acessível ao grande público do século XXI.
O autor evita todo o recurso à linguagem matemática, para não afastar os que lhe são opostos, mas sim conseguir com que estes mesmos se interessem pela ciência, incluindo os que não a praticam.
Para quem gostar de ciência ou não, recomendo o livro.

Ezequiel Martins,
nº8, 11º G

Breve História de Quase Tudo, por Ezequiel Martins

Breve História de Quase Tudo
Bill Bryson

Este livro usa uma linguagem não demasiado científica, uma linguagem sempre muita clara e com as devidas anotações, os leitores são conduzidos, pelo autor que se mostra sempre divertido e informado sobre o assunto, numa viagem através do tempo e do espaço, cujo o prato do dia é também revelar-nos alguma ironias do desenvolvimento científico.

Este livro da uma sensação aos autores que tem o mundo na palma da sua mão.

Desde o Big Bang, aos dinossauros, o aquecimento global, Einstein, a teoria da evolução entre outras coisas.

Recomendo este livro a todas as pessoas.

Ezequiel Martins,

nº 8, 11º G

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Química Explosiva, por Paulo

Química Explosiva - Ciência Horrível
Achei este livro interessante, primeiro porque relata muitas experiências químicas, todas elas muito esquisitas e malucas mas que nos podem vir a ser úteis no dia-a-dia como por exemplo na cozinha ou nas limpezas. E a segunda causa é que este livro nos ensina muita sobre química e como se aprende brincando. Aconselho este livro a todos os que gostam de química e de a tornar divertida e alegre.

O símbolo perdido, por Patrícia Azevedo Oliveira

O símbolo perdido
Dan Brown

“O Símbolo Perdido” começa com o professor Langdon a ser convidado, na última da hora, pelo seu amigo Peter Solomon, a dar uma palestra no Capitólio dos Estados Unidos. Ao chegar lá, descobre que caiu numa armadilha, pois não existe palestra nenhuma, descobre que o seu amigo Peter Solomon está desaparecido e provavelmente a correr um grande perigo. Mal'akh, o sequestrador, acredita que os fundadores de Washington, esconderam na cidade um tesouro capaz de dar poderes sobre-humanos a quem o encontrasse. Ele fica convencido de que Langdon é a única pessoa que pode que pode descobrir o tesouro. Langdon sabe que a única coisa a fazer é encontrar o tesouro, e assim conseguir salvar Peter, o simbologista vai numa corrida alucinada pelos principais pontos da capital americana, o Capitólio, a Biblioteca do Congresso, a Catedral Nacional e o Centro de Apoio dos Museus Smithsonian. Atrás de símbolos perdidos, verdades ocultas e códigos ocultos, Langdon conta com a ajuda de Katherine, irmã de Peter e cientista que investiga o poder que a mente humana tem, para influenciar o mundo físico. Tudo vai estar contra eles durante esta aventura, que chega mesmo a ameaçar a segurança nacional.

Patrícia Azevedo Oliveira
11º D. nº 24

Mais rápido que a luz, por Rafael

Mais rápido que a luz

Ele dá uma excelente explicação da relatividade do Einstein, apresenta a sua proposta de teoria (Velocidade da Luz Variável) e fala abertamente dos problemas (nomeadamente a falta de provas). 'Mais rápido que a velocidade da luz' é um livro um bocado polémico. Que revela a história de como a ideia descabida de um jovem físico enfrentou a ciência tradicional. Não importa se é Einstein ou Magueijo quem tem razão. Este é um livro novo, que acaba por questionar o lugar de cada um e de cada coisa no mundo, revela como os cientistas trabalham em conjunto, o que os separa e mostra o quanto é preciso lutar para que uma ideia seja aceite.

Rafael, nº 17 - 11º G

Evolui ou morre, por Adriana Sousa

Evolui ou morre

O livro que eu escolhi foi “Evolui ou Morre” da colecção Ciência Horrível.
Nunca tinha lido nenhum livro desta colecção, por isso os comentários que tinha ouvido, a espessura do livro e também o próprio título foram os principais motivos da escolha.
Achei o livro muito giro para além de interessante.
Os temas abordados agradaram-me muito como a extinção de dinossauros, a genética de Mendel, bem como toda a história de Darwin que em partes desconhecia. O problema é que no fundo acho que foi uma má escolha, porque apesar de relacionados, os temas abordados pouco tem a ver com a Física e Química em concreto.
Por último, a forma como foi feito torna o livro, a nível geral, muito bem concebido, pois para além de conter importante informação consegue conjuga-la com bastante humor e imagens que acabam por cativar a leitura. A mim cativou-me e de certeza que um próximo livro sobre esta matéria será desta colecção.

Adriana Sousa nº1 11ºG

Química Explosiva, por Cristina Oliveira

Química explosiva
de Nick Arnold

Este período, na disciplina de Física e Química, decidi ler o livro “Química Explosiva” de Nick Arnold. Trata-se de um livro da colecção Ciência Horrível, a qual eu já conhecia.
Este livro, basicamente, não retrata matéria diferente da que estudamos na disciplina, porém, e é aí que o livro prime, esta matéria é apresentada de forma caricata e engraçada, o que não acontece nos manuais escolares.
Vou relatar, resumidamente, o livro por capítulos, pois penso que será mais fácil a sua compreensão.
No primeiro capítulo, principalmente, é-nos dito o que é, “afinal”, a Química. Trata-se de uma definição bastante simples, pois a Química pode ser resumida a uma simples interjeição: “UGH!”.
No segundo capítulo, intitulado “Químicos caóticos”, Nick Arnold fala-nos da forma de ser dos químicos e como estes e os seus meios de trabalho são confusos e terríveis. Dá-nos alguns exemplos de trabalhos realizados por químicos, e de curiosidades sobre eles, que eu achei deveras interessantes.
No terceiro e quarto capítulo são-nos dados exemplos de aplicações da química, desde aplicações na nossa cozinha aos restantes produtos que utilizamos para tarefas tão simples, como limpar o chão da nossa casa-de-banho.
No quinto capítulo gostei particularmente dos comentários de “químicos caóticos”, frases que se tornaram célebres e que eu nem imaginava terem saído da boca de famosos químicos.
O capítulo seis apresenta um título muito engraçado, “Átomos medonhos”. Então os átomos, partículas microscópicas, são terrivelmente medonhos? Parece que sim.
Do capítulo sete ao capítulo doze são abordados vários temas, como os elementos químicos e suas características, variações químicas (onde é mencionado o nome e biográfica de Fritz Haber, que falamos na aula), gases, metais, etc.
Achei bastante engraçado e interessante, no capítulo treze, a história bizarra de dois diamantes, um deles pertencente à rainha Maria Antonieta, hoje num museu, por parecer trazer a desgraça a quantos a possuíram, e outro, pertencente ao rei inglês Eduardo VII, que matou de angústia quem o lapidou.
Já no último capítulo destaco as histórias verídicas de desastres ocorrentes quando a química e os seus materiais não são tratados com o devido cuidado, provocando desastres que podem ser catastróficos.
Quando à apreciação do livro tenho a dizer que gostei muito, pois aqui a química é tratada de forma leve e engraçada, e a existência de hilariantes caricaturas tornam a sua leitura aliciante.
Cristina Oliveira, 11ºD

Inventos e as suas ideias brilhantes, por Ana Luísa Pereira

Bem...acima de tudo sinceramente e é por isso mesmo que vou falar do livro "Inventos e as suas ideias brilhantes", dizendo apenas a verdade e nada mais.
Confesso que quando olhei para a capa do livro, até fiquei de certo modo a pensar: "Ei, este livro parece ser espectacular !!!", foi por isso que quando o professor perguntou se alguém o queria ler eu me candidatei logo, mas como se costuma dizer “Saiu-me o tiro pela culatra”. Digo isto, porque o livro não foi nada do que eu estava á espera.
É obvio que alarguei os meus conhecimentos, quanto a diversos inventores que nunca me tinham passado pela ideia.
Eu gosto do tipo de livros que no seu interior têm historias apaixonantes, que em certas altura nos fazem rir, noutras chorar, em certas fases fazem-nos lembrar momentos que passamos, noutros momentos que gostaríamos de passar e nos deixam naquela expectativa “O que vai acontecer a seguir?” e é esta questão que me faz continuar a ler um livro, também existem aqueles livros que me marcam. O professor sabe o que estou a dizer? (imagino que sim).
Este livro não me “tocou”, tenho a noção que não é fácil proporcionar uma leitura com tais sentimentos e ao mesmo tempo falar do Universo, invenções ou coisas do género.
Calculo que o professor esteja a pensar que tem uma aluna muito lamechas , mas nada disso! Apenas gosto de coisas que tenham a ver comigo, talvez por isso existam imensos autores, com diferentes teorias e cada pessoa escolhe aquele que mais tem a ver consigo.
Mas nem tudo é mau, o que nos faz ter uma vida mais diversificada é o facto de experimentarmos novas coisas, nem que seja para chegar á conclusão que não gostamos e dar-mos mais valor que gostamos.
Este comentário é completamente o oposto do anterior (“A chave secreta para o Universo”), duas expriencias completamente diferentes, apesar do 2º ter contribuído, um pouco mais que o anterior, para a minha cultura geral.

Ana Luísa Pereira, 11ºD

As Origens Do Nosso Universo, por Liliana Fernandes

As Origens Do Nosso Universo, de Malcolm S. Longair

Li este livro a propósito da disciplina de Física e Química, uma vez que os livros mais científicos, aqueles que envolvem muitas fórmulas, utilizadas para explicar algo que é dito, não me estimulam minimamente.
Este livro é sobre a natureza, a origem do Universo, a origem de tudo… Tenta explicar a evolução ao longo destes milhões de anos, as transformações, desde o Big Bang.
É um livro bastante ilustrado e com uma linguagem acessível, o que também faz do texto deste, um texto de fácil compreensão.
Malcolm incide mais na parte da astronomia (mais especificamente da cosmologia, um ramo da astronomia), fala da formação das estrelas, do seu ciclo de vida, dos astros e de outros corpos que se encontram no espaço, no Universo. Tenta encontrar respostas para perguntas que nós, pessoas comuns, fazemos, por vezes, a nós próprios, acerca da origem do Universo e de como este irá acabar. Obriga-nos, também, de certa forma, a termos uma posição autocrítica em relação a este assunto.
É na descoberta do passado que é possível prever o futuro, ou pelo menos colocar várias opções sobre o que se segue ao presente.

Liliana Fernandes, 11º D

O que é uma Lei Física?, por Ana Francisca Freitas

2.O que é uma Lei Física? - Richard Feynman - Capítulo I, II, III e IV.

Richard Feynman é, para além de cientista, um bom escritor.
Nos capítulos que li, que foram sobre a lei da gravitação, a matemática relacionada com a física, os princípios da conservação e a visão quantica do mundo, deu para perceber que o autor faz uma distinção entre a física clássica e a física moderna, apontando os aspectos comuns.
No primeiro capítulo, além de explicar essa lei, faz-lhe uma introdução histórica que está muito interessante.
"Qual é a natureza do mundo que nos dão a conhecer" e "Qual é a natureza do saber que as ciências físicas elaboram?" são as duas questões a que Feynman tenta dar resposta.

(Ana Francisca Freitas, 11º D)

A Física em Banda Desenhada, por Ana Francisca

1. A Física em Banda Desenhada.

É, na minha opinião, um livro de física para os mais novos, não entanto não tem uma linguagem própria para eles.
Eu li, porque me foi recomendado e tornou-se útil para acompanhar as aulas de física do 11ºAno, uma vez que a matéria está relacionada com o programa.
Retrata com ilustrações, por vezes cómicas, um pouco de toda a física desde as Leis de Newton, Forças, Velocidade até à Electricidade, e Einstein e a sua teoria da relatividade.
Apesar de gostar de banda desenhada, não gostei muito deste livro porque não acho que explique bem e se a ideia deles era cativar desde os mais pequenos até jovens como nós a gostarem de física, não acho que tenham sido muito bem sucedidos.

Ana Francisca do 11º D





Isaac Newton e a Sua Maçã, por José Marcos

Livro: Isaac Newton e a Sua Maçã
Autor: Kjartan Poskitt

Este livro conta-nos a história de um famoso génio da física, o grande Isaac Newton e tem uma frase que é muito importante no livro que é quando Isaac Newton apanha com a maçã na tola (gravidade). Mais propriamente este livro fala-nos da sua vida (da sua condição social, do seu modo de vida, etc), fala-nos também dos seus amigos, de todos os que o rodeavam, das suas experiências esquisitas como enfiar pauzinhos nos olhos de tal forma que quase ficava cego, isto só para ver os espectros, dos seus cálculos matemáticos que eram demais (difíceis e longos), das pessoas de quem não gostava (Isaac era uma pessoa bastante mázinha). É de facto um livro extremamente interessante porque tudo no Isaac era alvo de interesse, as voltas que a sua vida deu (é de realçar que quase teve a ser executado), é extraordinário porque ele apesar de tudo era uma pessoa que conseguiu atingir os seus objectivos, a sua inteligência era simplesmente fantástica.
Em suma, e para não me alargar mais, posso dizer que se não fosse feito um livro com a história de Isaac era um absurdo, pois nele reúne todas as condições para se criar um livro absolutamente empolgante, este livro é excelente, é de longe maçudo, as suas ilustrações em jeito de cartoons são muito engraçadas e trazem um lado mais relaxante do livro assim como a sua linguagem que é muito agradável para a minha idade. Um livro sem dúvida para ler, pois tenho a certeza que todas as pessoas vão gostar de lê-lo, está aprovadíssimo.

José Marcos 11º G

Breve História de Quase Tudo, por José Marcos Carvalho

Livro: Breve História de Quase Tudo
Autor: Bill Bryson

Neste livro Bill Bryson o autor, fala literalmente de quase tudo: geologia, paleontologia, sismologia, antropologia, física, astronomia, química, farmacologia, enfim abrange diversas áreas da ciência. O livro percorre a história do universo, trata de temas polémicos e pouco precisos como a origem do planeta, a evolução do pensamento científico, o impacto da tomada de consciência de leis universais, a genialidade de Einstein, bem como os equívocos de grandes pensadores em suas épocas.
Em minha opinião, esta obra possui uma linguagem agradável para a minha idade, é empolgante e sendo bastante volumoso é de longe maçudo. Este livro dá-nos a sensação de compreendermos sobre tudo um pouco mais e ao mesmo tempo de quão pouco sabemos. É um livro que se interessa por explicar como os factos foram descobertos não os relatando secamente. O autor não entra em pormenores de rigor que a meu ver o leitor rapidamente esqueceria. Usa uma escrita directa em que consegue atingir um rigor científico e histórico espantoso. Bill Bryson tem um humor fantástico, onde nos podemos divertir com as diversas situações narrradas. Um livro a não perder por quem está ligado às ciências (e deveria saber mais da sua história). Ou por quem não nada lhe percebe (mas que deveria tentar perceber).
José Marcos Ribeiro Carvalho, nº12 do 11ºG