29 maio 2011

Uma Galáxia Marada, por Vera Mendes

Resumo /Comentário do Livro proposto ler no 1º período


O livro que escolhi para ler no âmbito desta disciplina é intitulado “Uma Galáxia Marada” escrito por Kjartan Poskitt e pertence à colecção Cultura Horrível publicado pela editora Europa-América.
Tal como o nome da colecção menciona este livro é muito culto e rico em noções básicas em relação à astronomia com uma linguagem bastante simples e clara adaptada facilmente a idades mais jovens o que constou para mim um grande interesse visto que aborda muito o tema Universo que é mencionado nas disciplinas específicas deste curso, não só Física Química como Biologia.
Como introdução o livro identifica elementos básicos como o que é uma galáxia, o que são estrelas, o que é o sistema solar, o que são os planetas, satélites, cometas, asteróides, meteoritos, Aerólitos com uma linguagem não muito muito cientifica mas bastante explicita simples levando-me a facilmente a visualizar o que é pretendido e ás vezes até dispões exemplos do dia-a-dia a qual podemos comparar.
O livro dá-nos uma ideia daquilo com que nos podemos deparar no céu límpido em enquanto estamos sentados no jardim ou à janela tranquilamente: O Sol ,a Lua e as estrelas. Relaciona muito bem estes três conceitos, explicando qual as diferenças de tamanho entre eles, a relação da luz ( porque só vemos as estrelas de noite etc) as ilusões de óptica, as várias fases da lua os eclipses lunar e solar e as suas várias fases , a classificação das estrelas quanto ao seu tamanho, as principais constelações e como elas funcionam apresentado uma mapa das constelações para podermos identificar , dá a conhecer o aparecimento a astrologia e dos signos do Zodíaco pois o Sol percorre sucessivamente as doze constelações demorando cerca de um mês cada uma delas. Obviamente isso não afecta a personalidade de cada um e muito menos as decisões do dia-a-dia, apenas serve de divertimento e ter algo com que falar ao longo da dia etc.
Também identifica os planetas no céu, por isso se observarmos bem as constelações e por acaso uma delas ganhar uma estrela essa mesma não será uma estrela mas sim um planeta.Também os classifica como exteriores e interiores e descreve cada um com algumas informações e curiosidades bastante interessantes como as distancias, tamanhos, nomes associados, satélites, orbitas, entre outros aspectos. As nebulosas também são abrangidas neste livro bem como os cometas, diferentes tipos de estrelas cadentes, o buraco negro …
Por fim, também refere viagens no espaço não tripuladas ( como Luna 2, Venera 4, Zond 5 ,Luna 16, Marte 2 e 3 Pioneer 10 e 11, Mariner10, Viking1, Galileo e o melhor até hoje o Voyager ) , o telescópio Espacial de Hubble e descobertas cientificas como a teoria da relatividade de Albert Einstein ( uma curiosidade interessante que descobri é que o peso da luz num segundo da Terra é de cerca 3 Kg).
Gostei imenso deste livro pois deu-me bastante interesse lê-lo e fica-se com vontade de saber mais coisas sobre o Universo e o género de escrita utilizado para o contar esta viagem no espaço e como a retrata é bastante divertido e desanuviado o que faz dele pouco maçudo de ler. Entre este assuntos acima supracitados nestes textos existem outros tratados no livro que não referi por achar que tinha menos relevo nesta história. Aconselho o livro a quem gostar do mundo das estrelas e do universo deste livre que é completamente uma galáxia marada.



Vera Lúcia Vilas Boas Mendes Nº 28 10º E FQA


Uma Galáxia Marada, por Vanessa Vieira

Resumo do livro “Uma Galáxia Marada”

Este livro foi escrito pela escritora Kjartan Poskitt, que fala-nos sobre assuntos do espaço, planetas, estrelas, galáxias... Na minha opinião é um livro que qualquer pessoa pode ler, tanto crianças como adultos, pois este livro faz com que o nosso conhecimento aumente. Durante a leitura encontra-mos dicas para o leitor se “divertir”, para que a leitura não seja muito aborrecida (ex: “ como fazer um modelo da nossa galáxia à hora do jantar”).
Este livro começa com a defenição de galáxia e como é constituída. De seguida fala sobre o sol, a lua e as estrelas, e tem alguns truques, fala também sobre os planetas, o que é a astrologia, o que é um buraco negro, é um livro complicado de resumir pois não conta nenhuma história específica, fala-nos sobre a constituição da galáxia, mas consegui aprender alguns termos que nunca tinha ouvido falar. Acho que aprendi bastante com este livro e é um bom livro para quem gosta de assuntos como o espaço, planetas, estrelas etc.

Vanessa Vieira 10ºE

Invenções diabólicas, por Stephanie Fernandes

Comentário ao livro:

O livro "Ciência horrível - Invenções diabólicas" começa por fazer uma pequena introdução ao autor e ao ilustrador. Logo nas primeiras páginas podemos ver que o autor tentou fazer com que o livro fosse agradável de ler, dando-lhe uma certa "graça".
No livro há as várias lições do "curso de formação para inventores da ciência horrível".
Há seis lições, todas elas ilustradas com imagens legendadas para o assunto não ser tão sério, aparentemente.
Há também uma série de publicidades com invenções diferentes das que estamos habituados. Invenções essas que nem foram inventadas na realidade. Depois de ler estas invenções algumas parecem ser bastante utéis, apesar de ser tudo na base da "piada".
"Uma diabólica viagem no tempo", fala das invenções ao longo do tempo, desde a roda ao motos a vapor.
Ao longo do livro nota-se sempre algo irónico na maneira de dizer as coisas, o que torna a leitura do livro mais interessante, o que ninguém diria só pelo facto de ser sobre ciência, experiências e descobertas.
Fala de assuntos muito comuns para nós como a invenção dos computadores, etc.

Stephanie Fernandes, nº 26 - 10ºE

Uma Galáxia Marada, por Rita Cruz

Uma Galáxia Marada

• “Uma galáxia marada” é um livro da autoria de Kiartan Poskitt, que em apenas 160 páginas fala de diversos assuntos relacionados com o espaço.
• Ele ensina várias coisas sobre o espaço, mas com um bocadinho de graça, não tornando o livro tão maçador.
• Gostei bastante do livro porque o autor teve um grande sentido de humor, transmitindo ideias de uma maneira divertida, por exemplo:
• Aprender fazer um modelo da nossa galáxia à hora de jantar com sopa de rabo de boi e um bocado de creme com apenas duas diferenças importantes. Uma, é que a nossa galáxia é muito maior. A outra, é que não sabe a sopa de boi.”
• Este livro dá-nos também a saber qual o nome que se dá a uma grande quantidade de calhaus diferentes voando no espaço, como poderiam ser os habitantes de Marte ou Júpiter, e até como fazer esqui em Marte ou apanhar banhos de sol em Mercúrio e gelar em Neptuno.
• Na minha opinião aprendi bastante com este livro e aconselho-o a toda a gente, pois com a leitura deste livro podemos conhecer o espaço de uma maneira muito divertida.

Rita Cruz

Uma chave secreta para o universo, por Ricardo

Uma chave secreta para o universo

Quando o porquinho de George se escapou para o jardim da casa ao lado, George descobre que a casa não está desabitada como os pais lhe tinham dito. Ali vivia uma menina chamada Annie e seu pai, Eric, que era cientista. Eles tinham um comportamento estranho e divertido, mas, eles revelam-lhe um segredo que lhe proporciona uma nova maneira de ver o mundo de outra maneira, o próprio Universo! Eric tenha um computador, que se chamava Cosmos, que era o computador mais potente da Terra e podia transportar George e os seus amigos para qualquer ponto do espaço sideral, por mais inimaginável que se pode pensar. Um dia Annie foi mostrar ao George como era o espaço sideral. George nunca tinha visto aquilo, ele viu Júpiter e a Terra, que era um pontozinho que mal se via. Quando voltaram para casa de Eric, ele estava à espera deles e ficou muito chateado e foi contar aos pais de George, que o puseram de castigo.
Passado algum tempo, George foi a casa de Eric para falar com ele. De repente Eric recebe uma carta, e não sabia de quem era, na carta estavam escritas umas coordenadas de um planeta igual à Terra, e Eric foi lá ver, enquanto isso George ficou em casa dele, à sua espera. Ele pegou na carta e reparou que a letra era do professor dele. Então George vestiu um fato e foi ter com Eric para lhe contar, quando deu por si estava quase a entrar num buraco negro. George volta para casa sem Eric, e depois de procurar o que Eric tinha mandado consegue o salvar. Eric fica contente e ajuda George a apresentar um trabalho e consegue ganhar o concurso.

Uma Chave Secreta Para o Universo, por Pedro Antunes

Uma Chave Secreta Para o Universo


Para ser sincero, quando o Professor nos propôs ler um livro, fiquei um bocado preocupado, porque não estou muito habituado a ler, não por não gostar mas por ter muito pouco tempo livre.
Mas quando comecei a ler o livro, bastou-me ler as primeiras páginas para que me começasse a sentir motivado, começou-me a dar prazer ler o livro, e para quem não está muito habituado a ler, consegui fazer um milagre, li o livro em duas tardes e meia. Deve ter sido dos primeiros livros que posso dizer que gostei realmente.
A história é muito interessante, e de um modo não muito difícil, nem muito científico consegue falar do Universo duma maneira que, pessoalmente, me cativou. O que mais me ficou na cabeça, foi nos apontamentos do Eric, quando ele fala sobre Buracos Negros, onde por tópicos, explica o que é um buraco negro, como são criados, como podem ser vistos, como cair dentro e como sair de um. As informações que ao longo do livro vão aparecendo também vão complementando de uma forma mais científica o que se vai passando ao longo do livro.
O George, ao longo do livro, mostrou ser um menino muito corajoso, e mesmo com os seus pais a não o deixarem ter um computador, ele arranjou maneira de fazer uma grande palestra e conseguir ganhar o grande prémio, um computador. Pessoalmente não sei se conseguia viver nas condições dele, isto é, à luz das velas, sem televisão, sem computador, etc., e ao mesmo tempo passar pelo que ele passou na escola por não ter esses bens materiais.
Na minha opinião, o Dr. Graham Reeper, mostra um ponto importante da nossa sociedade, ou seja os cientistas podem usar as suas descobertas para o bem (como no caso do Eric), ou para o mal (como o Reeper), o que, infelizmente, também acontece na nossa sociedade.
Reparei que no fim do livro diz que é o fim do primeiro volume da Trilogia, e estou curioso para seguir os outros dois volumes.
Gostei muito do livro, e recomendo-o vivamente, e foi um livro que possivelmente mudou o meu gosto pela leitura.

A terrível verdade sobre o tempo, por Mónica Araújo

Nome do livro: A terrível verdade sobre o tempo
Autor: Nick Arnold
Ilustrador: Tony De Saulles
Editora: Publicações Europa América



O livro que eu li, durante as férias, era bastante interessante e tinha como título “A terrível verdade sobre o tempo”.
Logo pelo título do livro, podemos deduzir que vamos entrar numa história onde o tema principal é o tempo _ como é contado, quem o descobriu, quem inventou as primeiras formas de saber o tempo que falta, …
Após ter lido o livro, fiquei a saber várias coisas, como por exemplo, “ o que é o tempo?”. Segundo os cientistas - que acreditam que o tempo e o espaço fazem parte da mesma coisa - o tempo é a existência continua do universo, e teve o seu início com uma grande explosão denominada ‘ Big Bang’.
Uma curiosidade muito interessante que é possível ler numas das páginas deste livro, é que a menor quantidade de tempo é de seiscentos milhões de biliões de biliões de biliões de biliões de um minuto, que tem como nome ‘o tempo de Planck’, nome dado devido ao cientista alemão – Max Planck.
Vários outros cientistas também fizeram várias proezas para descobrir a melhor forma de contar o tempo, como fez o inglês Jonh Harrison que construi vários cronómetros, para que o tempo fosse medido com mais exactidão. No entanto, o Comité demorou muito tempo, mais de 40 anos, a reconhecer a obra deste homem. Também antes de Harrison, muitos outros cientistas tentaram corrigir o calendário para que não houvessem segundos a mais no último dia do ano, pois ao fim de vários anos, estariam perdidos vários dias. Foi o que fez o italiano Luigi Lilio, que explicou que “se tirarmos 10 dias ao calendário, impedimos que as coisas corram mal de novo se cancelarmos o ano bissexto três vezes em cada 400 anos”, isto é: qualquer ano que terminasse em ‘00’ não era ano bissexto, a não ser que fosse divisível por 400. No entanto houve uma grande injustiça, pois este senhor morreu antes de dar a conhecer a sua descoberta, tendo sido o papa Gregório que deu a conhecer esta ideia, chamando-se assim “calendário Gregoriano”.
Também Albert Enstein ajudou em muito a ciência com os seus magníficos cálculos.
Uma outra curiosidade é que os primeiros relógios que apareceram em 1280, só tinham um ponteiro – o ponteiro das horas, sendo por isso bastante inexactos.
Também fiquei a saber que dantes os relógios tinham uma parte que marcava o tempo no relógio – o pêndulo. Mas antes disso, os astrónomos cronometravam o tempo através das estrelas que se moviam através do céu, forçando as crianças a balançarem o pêndulo e contarem o número exacto de oscilações.
Já no final do livro, também fiquei a saber que o universo não vai parar de crescer, mas a uma velocidade inferior.
Desta forma, é possível concluir que embora se tenham descoberto diversas coisas acerca do tempo, este tema será para todo o sempre um grande desafio e um grande mistério.


Opinião pessoal:

Na minha opinião este é um excelente livro que fala muito bem acerca do tema apresentado de uma forma bastante clara e que todos conseguem perceber.



Nome: Mónica Araújo
Turma: 10ºE
Número: 19

Miolos Pensadores, por José Carlos Lima

O livro que eu li chama-se “Miolos Pensadores” de Nick Arnold que fala sobre o cerebro e as suas partes constituintes, onde se situam, para que servem, etc.
O livro fala-nos sobre vários cientistas e as suas experiencias que ficaram para a història, fala-nos dos neurónios e tem várias piadas.
Eu achei interessante este livro porque tem uma linguagem adequada que nos suscita interesse.
Este livro tem muitas imagens o que nos dá uma facilidade maior de perceber as coisas e faz-nos questionários para ver se aprendemos com o que lemos.
Por isto tudo achei que o livro foi muito enriquecedor e acheio muito fixe.

José Carlos Araújo Lima
Nº17
10ºE

Evolui ou Morre, por João Duarte

O livro que eu escolhi foi “Evolui ou Morre” da colecção Ciência Horrível.
Nunca tinha lido nenhum livro desta colecção, por isso os comentários que tinha ouvido, a espessura do livro e também o próprio título foram os principais motivos da escolha.
Achei o livro muito giro para além de interessante.
Os temas abordados agradaram-me muito como a extinção de dinossauros, a genética de Mendel, bem como toda a história de Darwin que em partes desconhecia. O problema é que no fundo acho que foi uma má escolha, porque apesar de relacionados, os temas abordados pouco tem a ver com a Física e Química em concreto.
Por fim, a forma como foi feito torna o livro, a nível geral, muito bem concebido, pois para além de conter importante informação consegue conjuga-la com bastante humor e imagens que acabam por cativar a leitura.

João Duarte nº16 – 10º E

Comentário ao livro "Sabes porquê?", por Hugo Marques

Informação do livro
Título : Sabes porquê?
Subtitulo : O grande circo da ciência
Editora : gradiva Júnior
Autor : Kathy Wollard e Debra Solomon


Este livro responde às perguntas que uma pessoa por vezes se questiona como, por exemplo, porque é negro o espaço? O livro é muito bom e enriquecedor, para além de abordar os mais variados temas, desde o universo até ao nosso corpo.
Apesar de ter uma grande variedade de assuntos há uns que aborda mais, como o universo, deixando os outros um pouco de lado, mas ao que responde, fá-lo com clareza. As perguntas vão do mais banal, ou seja assuntos que por vezes nos questionamos mas nem damos muito sentido, até às mais complexas. A escrita é adequada até aos leitores mais pequenos pois também tem ilustrações engraçadas.
O livro não tem nenhum tipo de história ou personagens, apenas se limita a dar resposta a várias perguntas, mas mesmo não tendo um enredo não se torna cansativo de lê-lo, apesar de ter 320 páginas. Este livro está muito bem estruturado, o que faz dele uma quase uma “enciclopédia”. Também está inserido no Plano Nacional de Leitura ( Ler + ). Recomendo a ler pois é um bom livro e aumenta a nossa cultura .
Informação do livro

Hugo Marques nº 14 10ºE

Digestão nojenta, por Emmanuel Ferreira

Nome: Emmanuel Ferreira
Nº: 12
Ano: 10ºE

Titulo: Ciência horrível, Digestão nojenta
Autor: Nick Arnold

Comentário:

Eu ao principio não gostei do livro também por eu não ter encontrado mais nenhum na biblioteca da escola, mas depois comecei a achar uma certa piada ao livro. O livro, tal como diz o título, fala sobre a digestão que ao fim de o ler fiquei a saber o quanto é nojenta.
A parte do livro que eu gostei mais foi quando disseram que um homem Romano chamado Cláudio Galeno afirmou que o sangue era produzido no intestino e ia para o fígado onde ficava azul.
E eu a pensar que não gostava de ler!!!

Sangue, ossos e pedacinhos, por Elsa

O livro que eu li foi “Sangue, ossos e pedacinhos” do escritor Nick Arnold.
A ilustração da capa deste livro e o título, já dá para ver de que tema este livro nos fala. O autor neste livro falou sobre a biologia do corpo, desde o exterior até ao interior de um modo muito elaborado.
Este livro tem uma vantagem que é cada subtema que o autor aborde, tem umas ilustrações a exemplificar, logo a teoria fica mais fácil e simplificada, para entender melhor como funciona o nosso corpo.
Eu gostei muito deste livro e recomendo-o a toda a gente, desde de crianças a adultos, mas não recomendo a pessoas que não possam ver órgão, sangue e todo esse tipo de coisas do nosso corpo, e gostei também da forma como o livro está organizado.

10º E

CIENTISTAS e as suas experiências explosivas, por Elisa Lopes

Comentário ao livro
Nome do livro: CIENTISTAS e as suas experiências explosivas

Eu gostei do livro. O livro fala de 9 cientistas que foram muito úteis para a evolução dos conhecimentos do ser Humano. Este para além de explicar as principais descobertas dos mesmos ainda menciona algumas das suas actividades fora do mundo da “ ciência”, e um pouco das suas histórias de vida.

Elisa Lopes nº10

Sangue, ossos e pedacinhos, por Diana Fernandes

Livro da Ciência Horrível - Sangue, ossos e pedacinhos.
Autor Arnold, Nick

Este livro aborda o corpo humano, e diz-nos muitas curiosidades com um tom de humor, sendo a sua leitura simples e estando bem explicada, tendo também várias ilustrações, ficando assim mais fácil ainda compreender o corpo humano.
Eu não gostava de ler aqueles livros, com palavras difíceis de difícil compreensão, mas a ler este livro torna-se tudo muito mais fácil de compreender, de entender e é mais interessante.
Com este livro aprendi coisas interessantes como: O pus que vemos nas inflamações é um "cemitério" de glóbulos brancos que perderam a sua batalha contra os microrganismos, e também aprendi que as nossas unhas continuam a crescer depois de morrermos. Adorei mesmo saber o que se passa dentro do corpo humano, acho que é uma óptima forma de aprender, sem ser "uma seca".
Sendo assim, acho que vou continuar a ler o resto desta colecção, pois aprendo e ao mesmo tempo divirto-me, sendo este livro um livro humorístico.



Cumprimentos,
Diana Fernandes nº8\ 10ºE

A origem do Universo, por Cátia

A Origem do Universo

A noticía do livro é a Grande Explosão que deu início a tudo , não havia Nem espaço, nem tempo, nem matéria.
disso, somos levados a refletir sobre a temperatura inicial; sobre o resfriamento posterior quando foram aparecendo, se transformando, elementos ou partículas elementares: HADRON, PROTON, ANTIPROTON,

Desde Pitágoras, Platão, Aristóteles... já se tentava descobrir e justificar os movimentos dos planetas.
Esses filósofos e os seguintes contribuíram para aumentar cada vez mais a certesa sobre esse estudo tão polêmico.

Em 1543, Copérnico deu aceitação ao sistema heliocêntrico. O Sol no centro do Universo e não a Terra como afirmava Pitolomeu.
Galileu, contou com a ajuda do telescópio. Em 1542, Isaac Newton explicou outra teoria.

Newton provou através de CÁLCULOS a força gravitacional, confirmada por W.Herschel.
O interesse por medir distâncias entre galáxias levou Edwin Hublle fazer uma descoberta revolucionária em 1923: as galáxias distantes estavam-se afastar uma das outras.
Hublle identificou as estrelas na galáxia Andrômeda através do pulsar, do brilho, e isso viabilizou a medição.
Esse afastamento desperta o interesse em se determinar sua velocidade.
quanto á direcção ,o livro afirma que Segundo George Smoot, seria preciso retornar ao ponto em que a inflação aconteceu e colocar tudo de volta no lugar original, até mesmo a energia escura e se a energia escura continua-se a agir o Universo expandia-se indefinidamente. É essa energia que contrabalança por se opor a atração gravitacional.
Se o ritmo de expansão do Universo diminuir então ele tornar-se-á um lugar escuro e frio.
A energia escura poderá tornar-se descontrolada ou deixar de existir. Neste caso os planetas, as estrelas, podem desaparecer.
Os cientistas pretendem descobrir mais do que já se sabe sobre o Universo.

A Chave Secreta Para O Universo, por Ângelo Coelho

O Livro que eu li tinha como titulo "A Chave Secreta Para O Universo", é um livro do escritor/físico Stephen Hawking e de sua filha Lucy Hawking.
O livro retrata a história de um jovem rapaz chamado George que vivia com seus pais e que possuía um porco. O porco fugiu para uma casa desconhecida de um vizinho que o rapaz nunca tinha visto. Quando o rapaz penetra na casa ao encontro do seu animal de estimação chega a conhecer o dono da casa, um cientista Eric, e sua Filha.
George vivia uma vida muito rija em relação a divertimentos porque seus pais pensavam se uma maneira diferente da de todos os outros pais defendendo que não deveriam ter televisão, computadores e até chegando ao ponto de a luz artificial ser luz das velas, e como o grande sonho de George era ter um computador, seus pais não o dariam.
Eric, o tal dono da casa era um cientista que possuía o melhor computador do mundo e com ele era possível transportar George para qualquer local do Universo, assim como sempre ele sonhou. Em suma é isto, por entre a história mais aventuras se passam.
(nota: gostei do facto de o livro ter várias ilustrações de modo a facilitar a compreensão do mesmo.)

Ângelo Coelho

Fúria Divina, por Ana Malheiro

Resumo:
Após ter sido descoberto um código proveniente de Al-Qaeda, Tomás Noronha, um historiador e criptanalista português é chamado para se integrar na NEST, uma organização que visa descobrir potenciais ataques terroristas com bombas nucleares.
Ahmed, uma criança muçulmana, é ensinada na sua mesquita para o carácter pacifista do islão, em contraste com o que lhe é ensinado na madrassa, um islão bastante agressivo. Depois de perceber que o islão que lhe era ensinado na mesquita não estava conforme o Alcorão, deixou de a frequentar e começou a falar mais sobre o islão com o seu professor de religião na madrassa. Este ensina-lhe o islão fundamentalista, o agressivo, aquele que segue inteiramente as palavras de Alá e de Maomé, e convence-o a entrar para a Al-jama’a, um grupo de fundamentalistas que tem como iniciativa levar a cabo a jihad, uma guerra que tem como objectivo fazer com que todas as pessoas no mundo se convertam ao islão. Alguns anos após foi chamado por Bin Laden para construir uma bomba nuclear cujo alvo seria Manhattan e ele aceita.
Tomás Noronha, trabalhando em parceria com Rebeca, um membro da CIA, descobriu quem iria levar a cabo o ataque bombista, onde e a que horas e Tomás conseguiu desactivar a bomba.
Apreciação:
Fiquei de certo modo chocada e surpresa quando li que “construir uma bomba nuclear é uma brincadeira de crianças”, fácil de construir quando se tem urânio enriquecido ou plutónio, embora o professor já nos tivesse dito isto. Também achei incrível que a partir de bens diários, como lápis, areia, limões, açúcar, café, etc, se podem construir explosivos e que há cerca de 900 toneladas de urânio enriquecido na Rússia e bastam apenas 50kg para fazer uma bomba e maior parte dos estabelecimentos onde se encontra esse urânio não tem muita segurança e são bastante vulneráveis a assaltos. E o que é preocupante é que estas três afirmações são verdadeiras.
Considerei o livro bastante interessante.


Ana Malheiro Nº 4, 10ºE

A Chave Secreta Para o Universo, por Ana Filipa

A Chave Secreta Para o Universo
De: Lucy e Stephen Hawking

Resumo:
Tudo começou quando o porquinho George desapareceu e foi para a casa vizinha. Todos diziam que aquela casa estava abandonada mas quando George entrou lá para ver se o ser porquinho lá estava descobriu que lá vivia Eric e sua filha Annie. Eric era um excelente cientista e tinha construído o computador mais potente que havia e pôs-lhe o nome de Cosmos.
Cosmos, o computador, tinha a capacidade de falar e ainda conseguia transportar pessoas para qualquer parte do universo. George ficou deslumbrado com o computador, pois os seus pais não lho davam porque eram ecologistas e não tinham electricidade em casa. Foi então que George e Annie se tornaram amigos. Foi com ela que teve inúmeras aventuras pelo universo, algumas ate perigosas.
Depois das aventuras, George fez um trabalho para a escola a qual pôs o nome “A chave secreta para o universo” onde falava de todas as aventuras que viveu pelo universo.
Critica:
Gostei de ler este livro porque me ajudou a compreender melhor a matéria dada sobre o universo. O livro tinha sínteses onde falava um pouco de cada um dos planetas e de todos os outros elementos do universo.
A parte que eu mais gostei foram as paginas que estava no meio do livro. As mesmas tinham várias imagens sobre o universo, como as luas, planetas, a via láctea, as luas cósmicas… a linguagem do livro era acessível, o que facilitou a compreensão do mesmo. Aconselho a todos a leitura deste livro porque, alem de ser muito interessante ajuda-nos a enriquecer o nosso conhecimento sobre o universo.


Ana Filipa Nº3 10ºE

Química Explosiva

O meu livro intitula-se "Química Explosiva" do autor Nick Arnold, da colecção de livros Ciência Horrível.

Este livro fala da vida de químicos como Lavoisier, e muitos outros e conta as suas histórias de vida, e fala de como ao falhar em certas descobertas, descobrimos outros produtos. Este livro além de falar como foram descobertas variadas coisas da química fala também do que são compostas, e como acabou a vida dos seus descobridores.
Gostei muito deste livro e recomendo-o a todos, pois quem não gosta de química, passa a vê-la com outros olhos, pela sua forma divertida, e descobre como faz experiências químicas no seu dia-a-dia, e como as utiliza sem sequer fazer a mínima ideia, e sabendo do que é composto os produtos que usamos todos os dias.

Ana Cláudia
10º E

A Chave Secreta Para O Universo, por Alexandra Rodrigues




A Chave Secreta Para O Universo



De Lucy e Stephen Hawking

Editorial Presença



O livro começa por falar de um rapaz do seu nome George, que na véspera de natal recebeu um porquinho, mas os seus pais não gostaram muito da ideia, porque eram vegetarianos e gostavam mais de plantas, de mentalidade antiga, não queriam usar a electricidade, faziam as coisas todas manuelmente, sem modernices eram contra o uso dos recursos do planeta.
O sonho dele era ter um computador, mas sabia que ia ser dificil, pois os pais nunca lhe iriam dar.
Um certo dia o porquinho fugiu, e o George foi procura-lo, até que decidiu ir à casa do lado, que os pais lhe disseram que não morava ninguem, tinha um jardim que já não era tratado há muito tempo e mais parecia uma floresta.
Começou a espreitar por uma janela até que viu o seu porco, a lamber uma chavena com algo dentro, saltou e tirou a chavena ao porco, pensando que era veneno, de repente houveu uma voz, quando olhou viu uma rapariga com um aspecto um pouco estranho era Annie que morava ali com o seu pai Eric que era cientista.
Estiveram a conversar de vários assuntos até que surgiu o tema da Física, ao que George se mostrou muito interessado porque ele sempre teve muita curiosidade sobre esses temas, demonstraram-lhe algumas experiências simples, que ele ficou espantado, ele tinha curiosidade mas tinha a ideia que as novas tecnologias poluia o planeta e que deviamos viver sem isso, porque foi sempre o que os pais lhe disseram.
Até que o seu porco decidiu fugir para a sala e deitou os livros de uma estante ao chão, foi quando Eric encontrou um livro de que estava à procura há bastante tempo.
Agradeceu a George por o porco lhe ter desarromado a sala e por ter encontrado o seu livro, e o George pediu desculpa pelo sucedido.
Até que viu nessa mesma sala um computador que se chamava Cosmos, que lhe disse que era o mais potente do mundo e que conseguia ver muitas coisas sobre as estrelas, cometas, etc., Eric contou-lhe para que servia aquele computador, mas antes o George teve de fazer um juramento, que não podia falar sobre o Cosmos a ninguem, e depois ele começou a contar-lhe tudo, disse-lhe que aquele computador servia para viagar no espaço sideral, e tentar descobrir coisas novas.
Até que o Eric mostrou ao George o Universo e ele estava a adorar, ja era muito tarde e o George teve de ir embora.
No dia seguinte ele foi para a escola e não conseguia deixar de pensar no que tinha visto no dia aterior, como tudo era maravilhoso no Universo, e começou a desenhar no caderno sobre o que tinha visto, o seu professor deu por ela e tirou lhe o caderno, ele ficou bastante atrapalhado e descaiu-se um pouco.
O George a caminho de casa, apercebeu-se que estava a ser seguido por uns alunos da escola que o estavam a ameaçar ele estava com medo, encostou-se à casa do lado e de repente apareceu alguem vestido de astronauta, que os assustou e eles foram embora, mas George reconheceu quem o salvou, era a Annie, até que ela o desafiou conhecer o Universo atraves o Cosmos, vestiu um fato de astronauta e lá foram.
Estavam no Universo, ele muito admirado com o que estava a ver, fazia muitas perguntas sobre tudo o que o rodeava, miuto curioso, até que surgiu uma tempestade de asteróides, e não sabiam que fazer mas, Eric arranjou uma solução e passado pouco tempo ja estavam na biblioteca.
Mas o Eric ficou muito chateado, porque não queria que eles entrassem no espaço sideral sozinhos, e foi ao pai do George contar-lhe e dizer para o por de castigo 1 mês, tal como ele fez com a filha Annie, e também não se podiam ver.
O pai de George andava sempre em manifestações contra o uso exagerado dos recursos do planeta e também contra o uso dos carros e dos sacos de plásticos.
Naquela zona não havia só o Eric centista também havia um professor do George que estudava o Universo, tentando descobrir outro planeta. Esse professor de seu nome Graham Reeper, já tinha trabalhado com o Eric só que tiveram uma zanga e desde ai nunca mais se falaram.
Até que um dia para se vingar o Dr Reeper, mandou uns rapazes entregarem uma carta na casa do Eric, que falava sobre um planeta que ele tinha descoberto por acaso e também disse as coordenadas, que era para o Eric ir lá e cair na armadilha dele porque era um buraco negro, e a ideia que ele tinha de um buraco negro é que tudo o que entra lá nunca mais sai, mas estava errado.
Eric mal leu a carta decidiu ir ao espaço, não se apercebendo que se tratava de uma armadilha, George ficou muito preocupado, e quando se apercebeu de quem era a carta pensou logo que era uma armadilha e então também foi para o espaço á procura de Eric. E teve sucesso encontrou logo Eric que lhe explicou as suas desconfianças, mas quando eles se perceberam já era tarde de mais, ja estavam a ser engolidos pelo buraco negro, mas George ainda se safou a tempo e consegui sair ao contrário de Eric.
Quando George voltou para a biblioteca, não encontrou o Cosmos, tinha desaparecido, foi à rua e reparou em alguns rapazes que estavam apressados e a falar, e houviu o barulho de um computador a trabalhar logo pensou, que era o Cosmos e que tinha sido a tal armadilha de Reeper.
Depois George esteve á procura de um livro novo de Eric, sobre buracos negros, para ver se havia solução para tirar Eric de lá.
No dia seguinte saiu de casa cedo, para ir à casa do Reeper ver se ele tinha lá o Cosmos, e encontrou, estava na sala, mas tinha que ir para a escola, pois era o grande dia do concurso científico, a Annie ia estar lá, e nessa altura contou-lhe o sucedido com o pai, e pedir-lhe ajuda.
Assim foram reaver o Cosmos à casa do Reeper, e foram salvar o Eric. Voltaram para a escola, e o George apresentou o seu trabalho, e foi o vencedor do concurso, ganhando como prémio um computador que ele tanto queria, e no concurso estava presente o seu pai, que ficou muito contente e deixou o filho levar o computador para casa.
Chegou a casa deitou-se, pois estava muito exausto com a janela entreaberta a ver as estrelas.



De Lucy e Stephen Hawking

Editorial Presença



Alexandra Afonso Rodrigues
Nº1 - 10ºE






A fórmula de Deus, por Sérgio Batista

O livro que eu escolhi foi a “Fórmula de Deus” devido ao facto de, nas apresentações de Português, os que o leram recomendaram-no e também porque achei o resumo interessante. Eu já tinha lido um livro de José Rodrigues dos Santos “A ilha das Trevas”, que gostei muito, porque acho que o autor fala mais de aventura do que um romance vulgar. O que não me cativou neste livro “Fórmula de Deus” foi o seu tamanho, é um bocado assustador.
Eu gostei logo da maneira como o livro começa. Fala sobre um encontro que ocorreu há 50 anos atrás, entre Einstein e o Primeiro-Ministro israelita, e o assunto era sobre a possibilidade de Einstein ter desenvolvido uma bomba nuclear de fácil fabrico. Após esta introdução volta tudo ao presente. Tomás Noronha, que é a personagem principal, tem como principal missão descodificar um velho documento. O que eu gostei é que Tomás Noronha é tipo um agente duplo, ele trabalha para CIA e para o governo do Irão. A parte romântica entre ele e Ariana Pakravan na maior parte do tempo não me cativou muito. Ao longo do livro Tomás Noronha tenta desvendar o mistério e vai-se envolvendo em grandes aventuras. Uma delas correu menos bem e foi preso, mas conseguiu libertar-se devido à ajuda de Ariana Pakravan. Tomás, a partir daqui, anda a fuga. É desde esta parte que o livro fala mais de Química e um dos temas que mais me ficou em memória foi a teoria do Big Bang. Com o passar do tempo ele começa a perceber que não se trata de uma bomba atómica mas sim de prova da existência de Deus. Como o manuscrito de Einstein não era sobre qualquer questão relacionada com armas nucleares, a prova da existência de Deus acabou por ser o objectivo de Tomás.
Através de cifras e outras coisas, Tomás conseguiu o que pretendia demonstrar à CIA, a prova da existência de deus.
Eu gostei do livro, devido a três factos. Primeiro foi a Historia em si, achei muito interessante e com muita acção. Em segundo porque fiquei a saber que a crise nuclear no Irão é um facto real que eu não conhecia. E, por último, foi a questão da morte. O tema da morte foi muito falado no fim do livro quando o pai de Tomás morre. “A nossa passagem pela vida é, na maior parte das vezes, mal aproveitada. A verdade é que, no nosso dia-a-dia, temos tendência a dar importância a coisas insignificantes e tendemos a esquecer o que é realmente importante.”
Uma citação que me ficou em memória.


Sérgio Batista nº26, 12ºA

A lei de todas as coisas, por Ricardo Macedo

Apreciação Crítica

Obra: “A Lei de todas as coisas”
Autor: Richard Robinson

Eu escolhi este livro sobretudo pelo título, pois é bastante difícil encontrar uma explicação para quase tudo em apenas 198 páginas. Assim prossegui à leitura e fui achando o livro cada vez mais interessante porque conta-nos de uma maneira divertida várias situações diárias que envolve todos os aspectos, física, química, biologia, psicologia, …
A parte que eu mais gostei foi o exemplo da duração do último minuto de um jogo de futebol e que nesse minuto “A baliza da outra equipa é mais pequena do que a nossa; o guarda-redes da outra equipa é maior do que o nosso; pensando bem, a outra equipa é maior do que nós em tudo”.
Concluindo gostei bastante do livro e recomendo a toda a gente, sem excepção porque tenho a certeza que irão gostar tal como eu gostei.



Ricardo Macedo Nº23 12ºA

Cinco Equações que Mudaram o Mundo

Pelo que já pude perceber, apesar de não ter acabado de ler o livro todo, Michael Guillen, autor deste livro, fala-nos sobre a ciência, a pessoa, e a sociedade por detrás destas cinco equações indispensáveis, explicando o seu significado e o que alteraram no nosso mundo científico actual.

As cinco equações são:
.Á lei da gravitação de Newton.
.Á lei da pressão hidrodinâmica de Bernoulli.
.Á lei da indução electromagnética de Faraday.
.Á segunda lei da termodinâmica de Clausius.
.Teoria da relatividade restrita de Einstein.

Não estou a ler o livro seguido, estou a ler por partes. E apesar de já ter estudado todos estes “génios”, ainda só li a parte de Einstein, pois é o que estamos a dar actualmente na aula e comecei a ler um bocado da parte de Bernoulli pois, apesar de conhecer o nome, penso que nunca tinha visto a fórmula, digo eu. Se estiver enganado, só espero que o meu professor de Física não leia isto… A parte de Bernoulli parece uma “novela” onde o pai rouba o filho e fica com a glória, é uma coisa assim desse género, que apesar de não ter nada a ver com a ciência em si, tem a ver com a sua história.
O autor cria esta história de um modo teatral demais para o meu gosto, mas não deixa de ser um bom livro. Ao contrário de outros que são chatos e grandes demais para dizer o que querem.
Não costumo ler este tipo de livros, aliás, não costumo ler qualquer tipo de livros, mas depois da aula em que ouvi o sonho de Einstein e a sua teoria, e o facto de ter todos contra ele na comunidade científica, eu, inclusive, tive curiosidade porque há coisas que ainda não fazem muito sentido sobre a relatividade e o tempo, ou o facto de a velocidade da luz ser o máximo. Isto tudo, e a procura do porquê das coisas levou-me a ler este livro, espero poder acabá-lo (que com esta juventude nunca se sabe). Para já, recomendo este livro a qualquer um de qualquer idade.

Rafael Ferreira
Nº21
12ºA

A lei de todas as coisas, por Liliana

O livro que eu li foi “A lei de todas as coisas” de Richard Robinson. Eu gostei do livro pois de uma maneira divertida e diferente explica vários temas, tais como “O mundo às avessas”. Este foi o capítulo que mais gozo me deu a ler porque o título deixou-me curiosa e ao lê-lo concordei com o que lá dizia. Não gostei só deste capítulo, falei dele porque foi o que me suscitou mais interesse devido ao título do capítulo, mas gostei do livro em geral.

Liliana, 12º A

A fórmula de Deus, por José Carvalho

Este livro começa por nos apresentar Tomás Noronha que se encontra no Cairo, onde depois á abordado por Ariana, uma mulher Iraniana que trabalha para o Ministério da Ciência do Irão em Teerão e que Tomás se apaixona, esta acaba por lhe explicar o que pretendia de Tomás e mostra-lhe um manuscrito elaborado por Einstein, que os Iranianos pensam ser uma fórmula de uma bomba nuclear de fabrico fácil, económica e destrutiva, manuscrito esse que roubaram ao Prof. Siza. Então, Tomás iria ter que decifrar aquele manuscrito, pois encontrava-se todo codificado, onde ninguém entendia nada. Ele como criptanalista e professor de História na Universidade Nova de Lisboa, aceitou ser contratado por Ariana Pakravan, talvez seduzido pelos altos valores oferecidos pelo seu trabalho e mesmo por causa dela.
Mais tarde, Tomás, já no Irão, encontra-se a trabalhar na quebra da cifra. Ele no início do trabalho foi-lhe disponibilizado por breves minutos a visualização de todo o manuscrito de Einstein, já que ele só iria trabalhar em parte do manuscrito. Tomás começa a ver a vida a andar para trás, pois não consegue de maneira alguma progredir na descodificação.
Passados alguns dias, Tomás é abordado pela CIA, onde se vê obrigado a trabalhar para os serviços secretos norte americanos, pois estes temem que efectivamente o manuscrito deixado por Einstein designado por “Die Gottesformel” contenha a fórmula de fábrico da poderosa bomba nuclear. Começa aqui uma espécie de jogo duplo devido à pressão destas duas entidades Internacionais com interesses opostos.
Após isto, existem uma série de peripécias muito empolgantes, que vai desde roubo, persguições, fugas, etc.
Tomás traíu o Irão para ajudar a CIA, com isto decorrem perseguições, onde ele só se consegue salvar graças a Ariana que é quem o ajuda, acabando por se deixar levar pelos seus sentimentos relativamente ao português. O romance ganha intensidade nesta altura.
De referir, também que Tomás viveu estas aventuras, numa altura em que o seu pai, Manuel Noronha, estava mal de saúde, encontrando-se no hospital com cancro do pulmão.
O amor de ambos, venceu tudo e todos, e era tão forte que ultrapassou todas as adversidades vividas pelos dois, o que parecia impossível eles ficarem juntos, tornou-se uma realidade.
No fim, Tomás com a ajuda do seu pai e do Prof. Rocha, conseguiu, precisamente no dia do funeral do pai, quebrar a cifra, então eles conseguem provar, que o documento de Einstein não contém a fórmula para o fabrico da bomba nuclear, mas sim uma tese científica relativa à existência de Deus.
Breve Apreciação:
Eu gostei particularmente deste livro, pois é um livro que tem a capacidade de nos prender de início ao fim, e eu precisava de um livro assim para me impulsionar para a leitura. A sua história é bastante empolgante, e apesar de parecer um livro maçudo devido ás suas imensas páginas (573), apresenta uma escrita extremamente agradável. É um livro que aborda vários temas da actualidade, tais como a Teoria do Big Bang, a Teoria da Relatividade, o Princípio Antrópico, o Génesis da Bíblia, enfim tudo relacionado principalmente com a criação do Universo. Esta foi uma das razões pela qual eu escolhi ler este livro.
A personagem que eu mais gostei foi do Tomás Noronha, já que se trata do eixo do livro, está bastante trabalhada, principalmente as suas atitudes, emoções e pensamentos. Eu caracterizo-o como sendo uma personagem bastante activa e dinâmica, muito engraçado, receptivo, e depois possui um vasto leque de pormenores que o tornam único.
Desta forma, e para terminar, aconselho a leitura deste livro a toda a gente.


José Marcos Ribeiro Carvalho, nº15, 12ºA.

Cinco Equações que Mudaram o Mundo, por João Araújo

Este livro é simplesmente cativante, delicioso, espectacular! É daqueles que começámos a ler e não o conseguimos arrumar. Fala de cinco pessoas, cinco magníficos Físicos, que com os seus pensamentos mudaram o mundo.
Michael Guillen refere nesta obra o contexto científico, pessoal, cultural e social que estiveram à volta das cinco equações fundamentais e que, ao mesmo tempo explica o seu alargado significado e alcance científico. Para além de fazer referência em pormenor às suas descobertas e a todas as suas implicações, conta-nos a história maravilhosa das suas vidas: são eles Isaac Newton e a sua famosa Lei da Gravitação Universal; Daniel Bernoulli que formulou a Lei da Pressão Hidrodinâmica; Michael Faraday e a Lei da Indução Electromagnética através da sua famosa experiência; Rudolf Clausius e a segunda Lei da Termodinâmica (tanto a lei da conservação da energia como a da entropia); e por fim Albert Einstein e a Teoria da Relatividade Restrita. As pessoas não se devem assustar com o título pois as equações estão explicadas de tal maneira simplificada que qualquer pessoa com o mínimo de conhecimentos entende a sua poesia e implicações.
Dos cinco grandes Fisicos que aqui são mencionados, os únicos conformes ao lugar-comum são Isaac Newton, uma autêntica besta humana que fora destruída pela frustração e também o pai de Daniel Bernoulli, um animal sedento de glória que foi capaz de roubar o seu próprio filho para tentar colher os louros que não merecia. Os outros são lições de vida: Daniel Bernoulli, pela sua maneira de ser e atitude sempre tolerante com o pai, e «amigos»,que o destino lhe trouxe. Faraday, pela vitória do génio e da sensatez humilde e de alto perfil moral e Clausius acima de tudo pela imensa bondade e sabedoria, pela capacidade dadivosa e pelo penetrante olhar de águia, triste e consternado, sobre o destino final e irreversível do universo.
Por fim, recomendo a leitura deste livro, em que a ciência é contada "como num livro de aventuras" pois a linguagem é acessível mesmo para quem não está muito familiarizado com os termos mais científicos que aqui são utilizados.
João Manuel Ferreira de Araújo nº13 Turma: 12ºA

Física Divertida

O livro que decidi ler foi Nova Física Divertida de Carlos Fiolhais.
A meu ver a parte que mais me cativou foi a relatividade e o núcleo atómico, por ser indispensável utilizar a nossa imaginação para poder perceber.
Penso que seja um livro com uma linguagem acessível, de facto o livro não foi tão maçador como esperava, deu-me prazer lê-lo e abriu-me o interesse para ler livros relacionados com a física.

Eduardo Gonçalves

A fórmula de Deus, por Adriana Sousa

Para quem vê o livro pela primeira vez e observa a classificação de romance, não imagina que o livro é todo envolto em física mais do que, propriamente, romance.
É um livro muito interessante e diferente por aliar o romance à física e abordar temas importantes da física como a relatividade de Einstein, a noção de átomo, as quatro forças fundamentais, princípio da incerteza, o modelo quântico....
Por vezes torna-se muito cansativo mas também muito confuso em alguns assuntos. Mas no geral, gostei muito do livro.

Adriana Sousa

27 maio 2011

Empregabilidade e "Duas culturas"

No artigo "As elites já não querem estudar Letras" (Público, 8/5/2011), Alexandra Prado Coelho contraria a afirmação do título, questionando António Feijó, director da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. A propósito de empregabilidade, este afirma:
"Quando decidimos criar os Estudos Gerais, consultámos uma série de personalidades, e as que estão mais ligadas às empresas disseram-nos que era exactamente o tipo de pessoas que queriam ter. Pessoas que saibam muitas coisas diferentes podem fazer mais coisas diferentes, e têm mais possibilidades de emprego do que as que só sabem fazer uma coisa.
Um raciocínio que parece em sintonia com uma tendência que está a surgir também noutros países. Um dos stands da Futurália é da IE University em Segovia e Madrid. Esta universidade que recebe, para licenciaturas, alunos de 57 nacionalidades, apercebeu-se, há cerca de quatro anos, de que «o mundo empresarial estava a mudar de forma muito acentuada», conta Arantza de Areilza, directora da Escola de Artes e Humanidades da IE, numa conversa telefónica. «Apercebemo-nos de que as empresas estavam a procurar outro tipo de formação, para lá da formação técnica. E considerámos que o mundo das Humanidades, que era algo que tendíamos a esquecer com a especialização em que vivemos, tinha uma série de ferramentas e mensagens muito compatíveis e importantes para a formação dos futuros empresários.
Decidiram introduzir as Humanidades nos vários programas de estudo porque acreditam que um melhor conhecimento do mundo pode ajudar os alunos a desenvolver a criatividade e o pensamento crítico.»"

24 maio 2011

A boa contaminação

Li, ainda no Expresso de 22/4/2011, o discurso proferido pela investigadora Maria do Carmo Fonseca, aquando da cerimónia de entrega do prémio Pessoa 2010, de onde respigo a seguinte afirmação "Duas culturas": «(...) precisamos massificar a formação científica em Portugal. Não para que todos sejam cientistas, mas para que quase todos sejam contaminados, nas suas mais diversas profissões, pela curiosidade e a ambição de ver o que nunca foi visto e fazer o que nunca foi feito.»

Trabalhadores para as indústrias criativas, precisam-se

O Expresso e o Público têm publicado ultimamente textos onde se defendem as Humanidades e as Ciências Sociais.
Numa altura em que os alunos começam a pensar que curso escolher, e tendem, tal como os seus pais, a privilegiar os cursos Científico-Humanísticos em detrimento das suas reais aptidões, capacidades e interesses, importa defender vias alternativas. Por isso vos deixo um excerto do texto de Diogo Ramada Curto publicado no semanário Expresso em 22/4/2011: «O exemplo de criatividade das vanguardas modernistas serve, a este respeito, de antídoto contra todas as certezas dos saberes petrificados, fechados e autossatisfeitos. Ora, a história das ciências sociais e das humanidades nos dois últimos séculos revela que foi em situações de enorme abertura que se produziram os resultados mais criativos. Por isso, é urgente que, num quadro de docentes universitários cada vez mais envelhecidos, sejam criadas condições de liberdade e criatividade para acolher uma nova geração de excelentes investigadores.»

20 maio 2011

Geologia portas adentro

Michael é um marido muito paciente. À pergunta de Hannah: «-Consegues explicar-me com palavras simples o que é a Geomorfologia?», responde: «Sim, posso explicar-te, só se quiseres mesmo saber e não estiveres a perguntar apenas para me agradar. Não, não pouses o tricô. Gosto de me sentar à tua frente enquanto fazes tricô. Gosto de te ver relaxada. Não precisas de olhar para mim, eu sei que estás a prestar atenção. Não estamos a interrogar-nos um ao outro. A Geomorfologia é o ponto de encontro entre a Geologia e a Geografia. Trata dos processos pelos quais se formam as características na superfície da Terra. A maioria das pessoas pensa erroneamente que a Terra se formou e criou há muitos milhões de anos de uma só vez. Na verdade, a superfície da Terra está continuamente em formação. Se quisermos usar o conceito popular de "criação", podemos dizer que a Terra está continuamente a ser criada. Mesmo quando estamos aqui sentados a conversar. Factores diferentes e até opostos cooperam na formação e modificação quer dos contornos visíveis, quer das características subterrâneas que conseguimos ver." (pp. 149-159). A explicação de Michael continua por mais duas páginas de uma obra de ficção, sem que tal nos pareça descabido. Duas culturas em perfeita harmonia.

Arte poética em Amos Oz

É muito comum os escritores inserirem nas suas obras excertos onde se referem ao seu estilo e/ou às suas temáticas. Chama-se a este tipo de texto "arte poética" (ou "ars poetica").
Em "O meu Michael", Hannah comenta o artigo científico de Michael Gonen: «Li o artigo e congratulei o Michael: gostava do modo como ele evitava usar adjectivos e advébios, concentrando-se antes nos substantivos e verbos. Também me agradava que evitasse períodos longos: expressava-se com frases curtas e concisas. Admirava o seu estilo seco e factual.» (p. 148)
Porém, ao comentar essa sua preferência por um estilo científico, a narradora dá-nos a chave do que considera ser um bom estilo (que é também aquele que, por norma - mas com excepções - recomendamos aos alunos; e que é aquele que predomina, por exemplo, na comunicação social) e do estilo de Amos Oz.

Porque "Duas culturas" é também isto: o fascínio dos cientistas pela arte e o fascínio dos escritores pela ciência.

17 maio 2011

«O meu Michael» de Amos Oz

Às vezes, vale a pena um pequeno sacrifício. Ou um grande sacrifício: ainda ando com dores de coluna por ter lido nas férias a volumosa História de amor e de trevas, de Amos Oz. Nunca tinha lido nada deste autor israelita, e foi quase por acaso que comprei o livro e, depois, lhe peguei. Fiquei tão fascinada que, mal acabei, li O meu Michael. Foi um movimento muito interessante, quase inédito no meu modo de leitura habitual. Com efeito, geralmente leio as obras e só depois leio (quando leio) textos autobiográficos. A inversão deste movimento permitiu-me apreciar melhor reflexões que medeiam entre si quarenta anos.
Nos anos sessenta do século XX, o jovem Amos Oz negava que a obra pudesse ser autobiográfica (o mesmo sucedia nos Departamentos de Estudos portugueses e franceses da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, quando os frequentei).  No início do século XXI, Amos Oz conta a história do casal formado pelos seus pais, e está lá tudo. Tudo. Pronto, o pai não é bibliotecário, é geólogo (mas ambos se conhecem na escadaria da biblioteca da Faculdade da terra Santa).
O facto de a história de O meu Michael ser autobiográfica é curioso, mas em nada muda o seu interesse intrínseco. Na capa, diz-se que se trata de "uma «Madame Bovary» dos tempos modernos". É uma afirmação simultaneamente verdadeira e exagerada: tal como Emma, Hannah é idealista, não dá o seu real valor ao marido bom e dedicado (esta descrição saiu-me um bocado pirosa, mas enfim...) e é gastadora. Mas não é adúltera e não atinge o vórtice de perdição de Madame Bovary (apesar do final dúbio). Em contrapartida, ambas as (anti-)heroínas lêem demasiados romances, perdendo assim a capacidade de apreciar a realidade que, como todos sabemos (ou devíamos saber), é bem menos idílica do que no-la pintam os livros românticos. Para a semana, volto a este livro, para (finalmente!) vos explicar porque é um produto genuinamente "Duas culturas".

Um "post" escaldante

No segundo período, a Joana do 11ºD disse-me que ia ler o Vinte mil léguas submarinas do Jules Verne. Fiquei um pouco apreensiva. Eu tinha adorado, mas, lá está: sou muuuito antiga. Iria ela gostar?! No início de segundo período, perguntei-lhe o que tinha achado: gostou. Fiquei muito aliviada. Vocês sabem, os interesses dos jovens mudam, as traduções envelhecem...
Na verdade, num dos livros mais "Duas culturas" que li, O meu Michael, de Amos Oz, as alusões a Jules Verne são frequentes (o mesmo sucede com O cavaleiro Polaco, de Antonio Muñoz Molina), embora em ambos seja Miguel Strogoff o herói por excelência. Todavia, Hannah afirma «Quando era pequena, li e reli Vinte mil léguas submarinas de Júlio Verne, que pertencia ao meu irmão. Há certas noites ricas em que descubro um caminho secreto através das profundezas das águas e da escuridão entre as criaturas marinhas viscosas e esverdeadas, até que bato à porta da caverna quente. É aí o meu lar. É aí que um sombrio capitão me espera rodeado de livros, cachimbos e cartas náuticas. Tem barba preta e os olhos emitem um brilho faminto. Agarra-me como um selvagem, e eu apaziguo-lhe aquele ódio furioso. Peixes minúsculos passam através de nós, como se fôssemos ambos feitos de água. E, ao passarem, provocam diminutas centelhas de um prazer abrasador.» (pp. 25-26). E os seus amigos de infância, os gémeos Halil e Aziz "Eram rapazes bonitos, um par de robustos e obedientes marinheiros da tripulação do submarino do capitão Nemo." (p. 32).
Em suma: Jules Verne é cool (ou "hot"?)...